Ester 7,6
“O opressor, o inimigo – disse a rainha – é Amã – eis aí o infame!”
“O opressor, o inimigo – disse a rainha – é Amã – eis aí o infame!”
4 Fomos votados eu e meu povo, ao extermínio, à morte, ao aniquilamento. Se tivéssemos sido vendidos como escravos eu me calaria, mas eis que agora o opressor não poderia compensar o prejuízo que causa ao mesmo rei”.
5 “Quem é – replicou o rei –, e onde está quem maquina tal projeto em seu coração?”
6 “O opressor, o inimigo – disse a rainha – é Amã – eis aí o infame!”
7 Amã ficou aterrorizado diante do rei e da rainha. O rei, aceso em cólera, levantou-se e deixou o banquete, dirigindo-se ao jardim do palácio, ao passo que Amã permanecia ali, para implorar a Ester o perdão de sua vida, porque via bem que no espírito do rei estava decretada sua perda.
8 Quando o rei voltou do jardim do palácio para a sala do banquete, viu Amã que se tinha deixado cair sobre o divã em que repousava Ester: “Como!” – exclamou. “Ei-lo que quer fazer violência à rainha em minha casa em meu palácio!” Mal tinha saído essa palavra da boca do rei, quando cobriram a face de Amã.